quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Erga suas mãos e receba...

O Senhor está sempre disposto a te ouvir e derramar as suas bençãos sobre a sua vida.BASTA UM GESTO SEU! Erga as suas mãos e receba de Deus somente o melhor.Ele é um pai amoroso e não lhe daria pedras se você lhe pedisse pão.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fique em silêncio e ouça a voz de Deus!


Em meio a tantas vozes na agitação do dia a dia, muitas vezes ficamos atordoados e confusos.Começamos a duvidar de coisas que já tinhamos como verdade, questionar certezas e discordar daquilo que costumávamos concordar.Quando isso acontece,é hora de ouvir o silêncio.Estar a sós é algo raro no mundo atual,pois o tempo todo estamos de um lado pro outro e mesmo sem querer,acabamos nos "contaminando" com certas ideias que nem sempre  traduzem aquilo que realmente buscamos da vida.Assim,por comodismo ou medo de ser a voz que destoa na multidão, acabamos aceitando reproduzir aquilo que a maioria pensa ou diz sem nos preocuparmos em ouvir de nós mesmos o que verdadeiramente acreditamos.É preciso,de vez em quando, pararmos pra analisar nossas atitudes,nossas falas e posicionamentos perante o mundo pra não corrermos o risco de praticar a injustiça,atualmente tão banal entre os seres humanos.O "barulho" da vida às vezes nos ensurdece.Nos torna incapazes de perceber o que está diante de nós e é sempre mais fácil buscar na "prateleira" respostas prontas para as situações.Nós estamos perdendo a capacidade de  analisar as coisas de acordo com a verdade de cada um e ao invés disso acabamos aceitando o que os mais eloquentes nos enfiam goela abaixo. Esquecemos que Deus tem um plano especial para cada um de nós.Estar em silêncio e a sós com Deus nos faz refletir e tomar decisões sempre mais sábias.Como na música de Ludmila Ferber,devemos ir ao encontro do Senhor "nem que seja pra ficarmos  em silêncio e a sós" ... 
Por Marcia Alves

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O socorro vem do alto


Tem coisas que são difíceis de esquecer.Mãe que se vai cedo demais, um amor perdido, um grande amigo que já não está perto, uma grande derrota, uma grande decepção...Talvez não se possa esquecer, mas certamente cada uma dessas coisas é um tijolinho na construção de um indivíduo.Cada um vai ser mais ou menos forte de acordo com a forma que encarar  essas experiências. Se as perdas servirem para ensinar-nos a valorizar o que temos ,seremos mais dignos de receber de Deus algo tão bom ou ainda mais maravilhoso do que o que perdemos.Se ao contrário, usarmos essas perdas como desculpa pra ficarmos prostrados e ainda blasfemarmos contra Ele, aí já não há em nós nem resquício de fé e portanto, não seremos dignos de receber nada da parte de Deus.Hoje ,ao falar de Deus pra uma pessoa querida ouvi a seguinte frase: "Quando Ele me der o que preciso aí eu o agradeço". Fiquei ESTUPEFATA.É a única  palavra que encontrei para expressar o que senti.Quem somos nós pra acharmos que Deus tem que fazer o que queremos pra só então nos voltarmos pra Ele,como se fôssemos "o último biscoito do pacote"?.O ser humano é patético...arrogante demais pra quem apodrece em pouco tempo depois que morre.É preciso saber reconhecer a grandeza de Deus. Somos nós que dependemos dEle e não Ele de nós.Entendo a dor das pessoas e sei que às vezes parece que Ele nos abandonou e talvez por isso digamos coisas como a que eu acabei de contar. Mas o primeiro passo pra superar as nossas dores é reconhecer que precisamos de Deus.Somos pequenos demais, limitados demais e muitas vezes, estúpidos demais,pois só olhamos pra baixo (pro próprio umbigo )  a ponto de não enxergarmos o óbvio: O socorro vem do alto!Levante a sua cabeça!!                                                                                                                Por Marcia Alves                                                                   

Depoimento da professora Amanda Gurgel


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Uma geração sem direção


Ás vezes fico pensando como essa geração é carente.Carente de ideias,valores e objetivos.Pode parecer exagero, mas pra quem convive todos os dias com crianças e adolescentes é fácil constatatr isso.Se fizermos uma "viagem" no tempo vamos nos lembrar de como as coisas eram diferentes...A mídia atual promove descaradamente a desvalorização da família,da honestidade e do respeito ao outro.A cada dia que passa, os limites entre a liberdade de expressão e o desrespeito aos princípios éticos e morais de uma sociedade,são ultrapassados sem que ninguém se dê conta.Eu sou de um tempo em que existia uma consciência política cultivada entre os jovens, um interesse maior pelas coisas coletivas e vejo hoje, um individualismo maléfico que destroi aos poucos qualquer chance de mudança.Se as pessoas se isolam e deixam de discutir sobre  questões como política,família,educação, religião ou seja lá o que for,fica fácil para qualquer meio de comunicaçlão implantar seus próprios conceitos e valores a respeito de todas as questões fundamentais de uma sociedade.Não se questiona mais se uma coisa é certa ou errada, se um programa de TV por exemplo está contribuindo positiva ou negativamente para a formação de uma geração . As pessoas simplesmente consomem todo e qualquer LIXO imposto pela mídia e mal se dá conta de quanto está prejudicando o desenvolvimento intelectual e ético de uma geração.Como educadora eu faço um grande esforço para diminuir essa "alienação" coletiva mas fica difícil quando você percebe que é algo arraigado na sociedade.Mesmo assim, eu não desisto.É necessário que cada um que se reconhece como ser capaz de transformar,faça sua parte pra combater isso, que na minha opinião, é um desserviço á democracia, pois um povo só pode opinar e decidir quando tem conhecimento sobre o que está em questão. Não se pode achar que um povo que tem todos os dias sua mente bombardeada por imbecilidades, possa julgar o que é melhor pra si e para os outros.Isso não é de fato, uma democracia.
Por Marcia Alves

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Pra quem gosta da verdade!


Para dizer sempre a VERDADE é preciso ter coragem.Mais do que isso, é preciso ser de verdade.Se você é de verdade vai gostar de visitar esse blog.Um espaço pra quem já está cansado de engolir sapo pra conseguir viver e sobreviver nessa sociedade cheia de meias verdades.Eu sou assim:sempre que posso, digo o que penso. Sempre que posso por causa da minha mania de observar bem as coisas antes de dar o "veredicto final". Depois de me certificar de não estar sendo injusta, digo o que penso doa a quem doer.Às vezes acho engraçado observar como as pessoas já se acostumaram a dizer o que é politicamente correto ao invés de dizer o que pensam...É um exercício de paciência antes de tudo.Dá até pra admirar essas pessoas pelo esforço que devem fazer...Particularmente já fui várias vezes mal interpretada por não conseguir usar esse mecanismo (só dizer o que é agradável aos ouvidos alheios).Num mundo cada vez mais INJUSTO, cultivar valores é muito importante e pra mim, um dos valores primordiais de um ser humano é conseguir ser honesto consigo mesmo...A verdade é pra ser dita!
Por Marcia Alves

"Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre."


Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais  quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem  aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas  pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No  entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Extraído do livro "O amor que acende a lua", de Rubem Alves.